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Algo sobre boa filosofia política liberal e sua apenas teoria legal: e como esta matriz colonial é reta na produção de negatividade onnológica e ontológica mantenha coisas em ordem e normal

dc.creatorForero-Medina, Henry
dc.creatorCorzo Laverde, Herwin
dc.date2019-06-28
dc.date.accessioned2024-06-10T12:21:04Z
dc.date.available2024-06-10T12:21:04Z
dc.descriptionA própria história de criação e consolidação da adjetivação da estratégia do poder estatal com a identidade nacional destaca os elementos fundamentais que arqueologicamente precedem o discurso dos direitos e da democracia da maneira que conhecemos hoje. Por um lado, encontramos a necessidade, especificamente européia, de recompor as classificações sociais herdadas da idade média; isso implicava democratizar (no sentido de ampliar a distribuição) o acesso aos dois recursos centrais da modernidade: poder público e capital. Assim, descobrimos que a nova classificação social capitalizada promove uma estratégia particular de administração de poder intimamente ligada aos novos tempos, isto é, o estado-nação. Por outro lado, temos a experiência, necessária para o processo que estava sendo realizado na Europa e nos Estados Unidos, da invasão e dominação colonial. Assim, as luzes que impulsionaram a modernidade não podem ser concebidas sem sua sombra causal, a colonialidade. Por outro lado, o paradigma da centralização essencial do sujeito humano está fixado em certos modelos teóricos que sustentam certas posições em face da diferença, onde se estabelece o esquema de indiferença legal da diferença, no qual as diferenças não são valorizadas, nem eles se desvalorizam, não se protegem ou se reprimem, eles simplesmente se ignoram. Tal modelo baseia-se na afirmação de um estado natural que confia nas relações de poder a defesa ou a opressão de certas contingências. Este esquema coincide com o caráter mínimo da lei e com o jogo livre e desregulamentado de poderes privados. O destino da diferença entre as espécies e seu caráter original e intransponível é resolvido pela sujeição factual das outras espécies ao poder natural do homem.en-US
dc.descriptionLa historia misma de creación y consolidación de la estrategia de poder estatal adjetivada con la identidad nacional resalta los elementos fundamentales que arqueológicamente preceden al discurso de los derechos y la democracia en la forma que a grandes rasgos conocemos hoy. Por un lado, encontramos la necesidad, específicamente europea, de recomponer las clasificaciones sociales heredadas de la Edad Media. Esto implicó democratizar (en el sentido de extender-repartiendo) el acceso a los dos recursos centrales de la modernidad: el poder público y el capital. Así, encontramos que la nueva clasificación social capitalizada fomenta una estrategia particular de administración del poder vinculada estrechamente con los nuevos tiempos, es decir, el Estado-nación. Por otro lado, tenemos la experiencia, necesaria para el proceso que se estaba llevando a cabo en Europa y Estados Unidos, de la invasión y dominación colonial. De esta forma, las luces que impulsaron la modernidad no se pueden concebir sin su causal sombra, la colonialidad. Y por el otro, el paradigma de la centralización esencial del sujeto humano queda fijado en ciertos modelos teóricos que sustentan determinadas posiciones frente a la diferencia, donde se instaura el esquema de la indiferencia jurídica de la diferencia, en el que las diferencias no se valoran ni se desvaloran, no se protegen ni se reprimen, simplemente se ignoran. Tal modelo se fundamenta en la afirmación de un estado natural que confía a las relaciones de fuerza la defensa u opresión de ciertas contingencias. Este esquema coincide con el carácter mínimo del derecho y por el juego libre y desregulado de los poderes privados. El destino de la diferencia entre especies y su carácter originario e insuperable, se resuelve en la sujeción de hecho de las otras especies al poder natural del hombre.es-ES
dc.formatapplication/pdf
dc.identifierhttps://revistas.uis.edu.co/index.php/revistacyp/article/view/9709
dc.identifier.urihttps://noesis.uis.edu.co/handle/20.500.14071/43228
dc.languagespa
dc.publisherUniversidad Industrial de Santanderes-ES
dc.relationhttps://revistas.uis.edu.co/index.php/revistacyp/article/view/9709/9802
dc.sourcecyp; v. 10 n. 1 (2019): Revista Cambios y Permanencias; 243-263pt-BR
dc.sourceCambios y Permanencias; Vol. 10 Núm. 1 (2019): Revista Cambios y Permanencias; 243-263es-ES
dc.sourceCambios y permanencias; Vol. 10 No. 1 (2019): Revista Cambios y Permanencias; 243-263en-US
dc.source2027-5528
dc.subjectFilosofía política liberales-ES
dc.subjectteoría jurídica y de los derechos humanoses-ES
dc.subjectcolonialidades-ES
dc.subjectdecolonialidades-ES
dc.subjectnegatividad óntica y ontológicaes-ES
dc.subjectorden sociales-ES
dc.subjectestructura sociales-ES
dc.subjectFilosofia política liberalen-US
dc.subjectteoria jurídica e direitos humanosen-US
dc.subjectcolonialidadeen-US
dc.subjectdecolonialidadeen-US
dc.subjectnegatividade ontológica e ônticaen-US
dc.subjectordem socialen-US
dc.subjectestrutura socialen-US
dc.titleAlgo sobre boa filosofia política liberal e sua apenas teoria legal: e como esta matriz colonial é reta na produção de negatividade onnológica e ontológica mantenha coisas em ordem e normalen-US
dc.titleAlgo sobre la buena filosofía política liberal y su justa teoría jurídica: Y de cómo esta recta matriz colonial al producir negatividad óntica y ontológica mantiene las cosas en orden y normaleses-ES
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.typeArtículoses-ES
dspace.entity.typePublication

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